BRINQUEDOTECA HOSPITALAR ISTO HUMANIZAO PDF

E em que isso se reflete no trabalho das profissionais de enfermagem? Entendemos como grupo o conjunto, com normas e regras a serem seguidas, de duas ou mais pessoas que compartilham um ou mais objetivos. Psicologia e Mediunidade Psicologia e Mediunidade. Junqueira, LC, Carneiro, J.

Author:Majin Tebar
Country:Monaco
Language:English (Spanish)
Genre:Automotive
Published (Last):18 January 2005
Pages:381
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Brincar um direito de toda criana, mesmo aquelas que se encontram hospitalizadas, desde a brinquedoteca hospitalar obrigatria, amparada pela lei Federal A brinquedoteca hospitalar vem para garantir criana um espao destinado ao ato de brincar com o intuito de colaborar no tratamento das mesmas e amenizar traumas que podem surgir com a internao. Diante desta realidade buscou-se como objetivo principal conhecer algumas propostas em hospitais infanto-juvenis em relao brinquedoteca.

Para embasamento terico utilizamos como principais autores Cunha - Kishimoto - , Santos , Ribeiro , Viegas , Lindquist , Friedmann Trata-se de uma pesquisa com enfoque qualitativo. Palavras-chave: Hospitalar. Introduo Muitas crianas no podem gozar do direito de brincar, perdem esse direito ainda nos primeiros anos de sua infncia, pelos mais diversos motivos seja uma deficincia, por estarem hospitalizadas, por terem que comear a trabalhar na infncia para ajudarem suas famlias.

Outras porem no tem brinquedos, importante ressaltar que as crianas possuem uma imaginao muito frtil e s vezes mesmo com a ausncia do brinquedo no as impede de brincar, porem o brinquedo um recurso material que facilita o ato de brincar. Na antiguidade o brincar era uma atividade caracterstica tanto dos adultos quanto das crianas, tendo uma representao importante no segmento da vida. A brincadeira ocupava um significado na vida social das crianas rica e dinmica. A brincadeira era fenmeno social do qual todos participavam e foi s bem mais tarde que ela perdeu seus vnculos comunitrios e seu simbolismo religioso, tornando-se individual FRIEDMANN, , p.

Com o passar do tempo houve um abandono das brincadeiras que antes eram para qualquer idade e classe social. As brincadeiras passaram a ser comuns somente nas classes do povo, e muitas delas que no eram abandonadas ou esquecidas, foram passando por um processo de transformao.

A autora ainda afirma que neste contexto as brincadeiras foram introduzidas nas escolas por filantropistas para tornar estes espaos mais prazerosos com um fundo educacional FRIEDMANN, O surgimento das brinquedotecas teve como finalidade segundo Cunha, [ O brincar um direito da criana, direito este amparado em leis como Estatuto da Criana e do Adolescente ECA , a Constituio Federal entre outras conquistas importantes, colocam o brincar, ou seja, o ldico como prioridade e como direito da criana, dever do estado, da famlia e da sociedade.

Brincar um direito de qualquer criana, mesmo aquelas que se encontram hospitalizadas. A criana que est em um hospital tem que mudar seus hbitos radicalmente, ela fica afastada da escola, de sua casa, de seus brinquedos, dependendo da enfermidade privada de brincar.

Segundo Kishimoto [ Amparada pela lei Federal A criana doente continua sendo criana e, para garantir seu equilbrio emocional e intelectual, o jogo essencial. Qual a melhor maneira de utilizarmos este recurso to importante e fundamental na formao do indivduo. No livro O direito de brincar, Kishimoto relata que a criana hospitalizada sofre duplamente: alm da doena, muitas vezes ela tambm privada de seu comportamento mais tpico, o brincar. E que a utilizao do jogo como meio teraputico baseia-se na idia de que ao brincar a criana se expressa e se recupera mais rapidamente [ Em diferentes contextos as crianas estabelecem relaes com o mundo, transformando atravs do brincar seus significados.

Brincar para criana mergulhar na vida, em sua dimenso e possibilidades. Brincar coisa sria, tambm porque na brincadeira no h trapaas, h sinceridade, engajamento voluntrio e doao. Brincando nos reequilibramos, reciclamos nossas aes e nossa necessidade de conhecer e reinventar.

Brincando a criana desenvolve seu senso de companheirismo, nos jogos com amigos aprende a conviver, ganhando ou perdendo, procura entender regras e para uma participao satisfatria. Brincadeira segundo Friedmann, [ O brinquedo pode proporcionar o aprender fazendo, e pode desencadear atividades dinmicas e desafiadoras, as quais favorecem a participao ativa da criana.

Os brinquedos podem ser visto como um objeto que estimula a autonomia das crianas e proporciona a associao no coletivo, ou seja, a interao com outras crianas.

O brinquedo um objeto que facilita o desenvolvimento das atividades ldicas. So excelentes tambm oportunidades para nutrir a linguagem da criana. O contato com diferentes situaes e objetos faz com que a criana estimule a linguagem interna e aumente seu vocabulrio. As situaes que o brinquedo possibilita e favorece a aquisio de novos conceitos e a interao com um adulto ou criana mais velha pode enriquecer a ainda mais este processo.

Quando a criana est internada fica longe de seus pertences favoritos, famlia, amigos, escola e sua rotina, isso gera uma tristeza e uma resistncia para aceitar o tratamento que ela tem que se submeter.

Mesmo hospitalizada a criana no pode deixar de brincar, um perodo de sua vida que se sente muito sozinha. A criana que fica impossibilitada de brincar tem seu desenvolvimento comprometido e o seu equilbrio emocional tambm.

A criana hospitalizada no deixa de ser criana e precisa brincar, pois e o papel dos jogos e brincadeiras garantir o seu equilbrio emocional e intelectual.

Segundo Kishimoto: com freqncia, para aceitar, compreender e ultrapassar o problema vivido pela internao, a criana brinca de ser medico.

Os doentes so suas bonecas, os ursos, os companheiros de quarto. Com roupas, mascaras, estetoscpios, aparelhos de medir presso, seringas e bandagens, a criana brinca e representa sua prpria condio de criana hospitalizada. Por meio de tais brincadeiras e encontra mecanismos para enfrentar seus medos e angustias. Ou seja, fica claro que a criana est reproduzindo a situao que est sendo vivida por ela atravs do brincar.

A importncia de levar para dentro dos hospitais a educao alm de garantir um direito, tambm proporcionar a est criana ou adolescente hospitalizado um bem estar. A pedagogia hospitalar tambm est empenhada em propiciar o retorno escola regular sem traumas ou minimizando os mesmo ocasionados devido criana ter ficado longe da escola.

Segundo Matos: [ Fica claro que a escolarizao em contexto hospitalar est intimamente ligada a ldicidade, um momento difcil para a criana. A utilizao do ldico facilita aceitao da criana a escolarizao no hospital. A autora Lindquist ressalta Assim que uma criana da entrada no hospital, numa sala de espera numa sala de exame ou tratamento, deve encontrar um espao dedicado ao jogo, com brinquedos, figuras e livros infantis disponveis [ Um espao em que elas possam se sentir vontade, e que seus pais vejam que o hospital tem uma preocupao com a criana.

Ela cita relatos de mes dizendo que os filhos pedem para ir ao hospital, espalham para seus irmos e amigos o que encontrou l e como gostoso o ambiente. Lindquist relata que A equipe se deu conta tambm de que pode usar os brinquedos no momento dos exames para estabelecer contato com as crianas. Quando as atividades ldicas so intencionalmente criadas pelos adultos com intuito de estimular certos tipos de aprendizagem, surge ai a dimenso educativa. Para preservar a ldicidade das crianas, o adulto deve se limitar a sugerir, a estimular, sem impor, determinada forma de agir, possibilitando que a criana aprenda a utilizar o jogo, descobrindo e compreendendo e no simplesmente por imitao.

O objetivo deste artigo evidenciar como a brinquedoteca auxilia criana hospitalizada, apontando aspectos histricos do surgimento no Brasil, e alguns cuidados que se deve ter com os brinquedos utilizados em contexto hospitalar. As primeiras brinquedotecas comearam a surgir no Brasil nos anos 80, enfrentou muitas dificuldades para conquistar espao e tambm dificuldades financeiras.

Segundo Santos: Os jogos e brincadeiras so recursos de muita importncia na vida das crianas, pois elas permitem que em foi criada a primeira Brinquedoteca brasileira, na Escola Indianpolis em So Paulo, com objetivos diferenciados das Toy Libraries e com caractersticas e filosofias voltadas s necessidades da criana brasileira, onde priorizava o ato de brincar, mantinha ainda o setor de emprstimo, atendia diretamente a criana e dava incentivo ao movimento de expanso da idia em outras instituies SANTOS, , p.

Na dcada de a Associao Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos comeam a voltar seus interesses e preocupaes para o seu consumidor final as crianas, sendo que a maioria das crianas no tem acesso ao brinquedo, idias novas comeam a surgir. Santos afirma que: em foi criada a Associao Brasileira de Brinquedoteca, o que fez crescer a movimento no Brasil. Inmeros eventos foram realizados, comeando a surgir brinquedotecas em diferentes estados brasileiros. Na brinquedoteca a criana encontra um espao onde ela pode brincar livremente.

As brinquedotecas foram criadas para suprir s necessidades ldicas e afetivas das crianas. Como essas necessidades so diferentes, as brinquedotecas tambm devem atender cada uma dessas diferenas. Os lugares onde hoje se pode encontrar uma brinquedoteca so os mais variados, favelas, circos, museus, escolas, creches, presdios, caminhes e hospitais. Para Kishimoto [ Santos cita, outros tipos de brinquedotecas como: temporrias, rodzio, nas universidades, bibliotecas, hotis, condomnios, presdios e clubes, o tipo de brinquedoteca que vai determinar a sua funo SANTOS, , p.

Segundo Cunha: [ Seus dirigentes devem estimular a liderana das crianas e o respeito s normas estabelecidas. Para isso pode-se sugerir a elas que criem as lideranas que julgarem necessrias ou divertidas [ As brinquedotecas podem ter caractersticas e denominaes diferentes, mais o objetivo sempre em qualquer lugar do mundo mesmo de propiciar s crianas em espao adequado para exercer um direito, que o de brincar.

Com intuito de que os ambientes hospitalares fossem menos traumatizantes, mais alegres e de minimizar os traumas de uma internao, as brinquedotecas hospitales foram criadas. Na brinquedoteca as crianas encontram brinquedos para se distrair, pois ldico um estimulador e quando a criana entra neste mundo mgico pode criar e recriar o seu prprio mundo.

A rotina da vida de uma criana sempre muito agitada, e estando no hospital ela fica o tempo todo sem atividade aumentando assim a ansiedade e a angustia, segundo Cunha, essas situaes podem manifestar-se de duas maneiras: [ Em Cunha os objetivos da brinquedoteca hospitalar so: Preservar a sade emocional da criana ou do adolescente, proporcionando oportunidades para brincar, jogar e encontrar parceiros.

Preparar a criana para situaes novas que ira enfrentar, levando-a familiarizar-se com roupas e instrumentos cirrgicos de brinquedos por meio de situaes ldicas, a tomar conhecimento de detalhes da vida no hospital e do tratamento a que vai ser submetida. Dar continuidade estimulao de seu desenvolvimento, pois a internao poder priv-las de oportunidades e experincias de que necessita.

Se a hospitalizao for longa, pode ser necessrio um apoio pedaggico para que a criana no fique muito defasada no seu processo de escolarizao. Proporcionar condies para que a famlia e os amigos que vo visitar a criana encontrem-se com ela em um ambiente favorvel, que no seja deprimente nem v aumentar a condio de vitima em que j se encontra. Um brinquedo ou um jogo pode facilitar o relacionamento, tornando-o mais alegre. O que temos verificado que a maioria da direo dos hospitais valoriza os problemas emocionais das crianas e dos adolescentes internados, mas no a ponto de coloclos como prioridade em seus oramentos, geralmente muito estreitos a brinquedoteca parece ser suprflua.

Mas agora obrigatoriedade, embora em um pas em que nem todas as leis so cumpridas. Convm observar que em muitos hospitais existem brinquedotecas muito antes da lei, que surgiram por iniciativa dos prprios hospitais, a verdade que a brinquedoteca segundo Viegas A brinquedoteca hospitalar requer alguns cuidados especiais com os brinquedos.

No se pode esquecer que a infeco hospitalar um grande problema na sade publica e alguns fatores contribuem para a contaminao. Geralmente as crianas ficam internadas em enfermarias com grande nmero de pessoas a sua volta, e dividem os espaos, banheiros, brinquedos, sala de recreao e outros ambientes em comum.

Os profissionais tm que estar bem atentos neste processo. Os brinquedos possuem uma grande probabilidade de transmitir a infeco hospitalar. As crianas internadas so estimuladas a irem brincar nas brinquedotecas e sempre solicitam brinquedos mesmo no quarto, assim um brinca com um brinquedo hoje, amanha outra criana j esta com o brinquedo e nessa troca pode ocorrer transmisso de bactrias e causar uma infeco.

Segundo Cardoso a transmisso de microorganismo pode ocorrer por contato que pode ser direto e indireto: Contato direto: a transmisso de microrganismo de uma pessoa a outra, isto , ocorre por meio de contato fsico, principalmente pelas mos.

Somente uma estrutura bem montada, com espaos apropriados vrios recursos ldicos disponveis, no suficiente para o sucesso de uma brinquedoteca no hospital e para que ela possa atingir seus objetivos. A potencializao mxima das brincadeiras e a orientao familiar a esse respeito so pontos fundamentais para o funcionamento de uma brinquedoteca, e tem que ser feito por um profissional capacitado, com responsabilidade e boa formao prtica e terica, com conhecimentos tcnicos de jogos brincadeiras, noes sobre a organizao e manuteno de brinquedotecas e clareza no seu papel junto criana.

Segundo Viegas: a formao do brinquedista e seu reconhecimento pela Associao Brasileira de Brinquedotecas ABBri so muito importantes, pela qualificao no basta ter sensibilidade, necessrio ter o conhecimento do que est realizando e ter sensibilidade para realiza-lo VIEGAS, , p.

O trabalho do brinquedista no somente apresentar os brinquedos as crianas, mostrar o seu funcionamento e como utiliza-los. Ela tem que ser uma pessoa presente que vai trazer alegria, conforto e vai fazer a criana entender o que est acontecendo com ela e com o ambiente ao seu redor.

O brinquedista surgiu da necessidade de ter uma pessoas para atendimento das crianas nas brinquedotecas hospitalares aps a regulamentao da lei, ento se fez necessrio capacitao de profissionais. Dentre os profissionais que envolvem a Brinquedoteca o Brinquedista sem dvida o que est mais diretamente ligada a criana, porem so essenciais que outros profissionais deste contexto tenham muita sensibilidade para com est crianas ou adolescentes.

O espao da Brinquedoteca extremamente necessrio para a criana no hospital porque brincando desenvolve suas habilidades e motivao.

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Este estudo objetivou descrever e analisar as condies de servios e espaos disponibilizados pelas brinquedotecas hospitalares em Belm do Par. Fizeram parte da pesquisa quatro hospitais que possuem este servio. Os dados foram coletados por meio de entrevistas individuais com dez tcnicos, observaes dos atendimentos e registro fotogrfico. Dentre os principais resultados encontrados esto: a todos os hospitais eram pblicos; b existem poucos registros acerca da implantao e funcionamento desses espaos; c no tocante ao acervo ldico, este se diferenciou em relao quantidade; d as equipes apresentam composio diferenciada em relao ao nmero de membros e formao; e so oferecidas atividades livres e dirigidas. O estudo permitiu verificar aspectos que favorecem a concretizao dos objetivos de uma brinquedoteca e reflexes sobre possibilidades de melhorias.

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